quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Você está no aeroporto de Paris, olhando cada uma das meninas que aparece por lá. Quer ter certeza de que nenhuma louca vai machucar seu Louis. O avião dele chega, depois de um tempão, e ele finalmente aparece. Uma menina começa a se aproximar da linha, o tempo todo mexendo na manga do casaco. Você se aproxima dela, de modo que possa detê-la caso ela tente alguma coisa. Fic
a lá um tempo, enquanto Louis vai tirando fotos com fãs e autografando.
A garota do seu lado levanta as mangas, e você vê que ela estava mexendo por causa de uma picada de mosquito, e volta a procurar. Louis está perto de você, autografando pra uma menina, quando ela tira a faca da manga e a levanta. Você berra histericamente.
- Nããããããããããããããããããããããããããããããããããão!
E se joga na frente de Louis. A faca da garota te atinge, no braço. Você cai no chão, ainda não ciente da dor. Arrancam a faca da garota, e a seguram, enquanto a segurança chama a polícia. Louis, em desespero, se ajoelha do seu lado.
- Ai meu Deus, o que foi isso?
- Tinham… Boatos de que alguém ia tentar te matar hoje no aeroporto… Mas não levaram a sério… Eu vim… Pra ver se poderia fazer algo…
Você começa a sentir dor no seu braço, e está quase começando a chorar.
- E porque você fez isso? Se jogou na frente dela?
- Pra te proteger…
Ele grita.
- Alguém chama uma ambulância, por favor.
Depois, se volta pra você.
- Vai ficar tudo bem. Relaxa, ok?
- Eu não me importo se vai ficar tudo bem comigo, o que me importa é a sua segurança…
Ele, em pânico, arranca a camiseta e enrola no seu braço, pra tentar estancar o sangue, e te abraça.
- Vai ficar tudo bem. Você é a pessoa mais corajosa que eu já conheci, sabia?
- Obrigada… Qualquer directioner teria feito o mesmo, Louis.
- Não, não teria, você quase morreu.
- Se tivesse morrido seria por uma boa causa. Você estaria seguro, Lou.
Ele te abraça mais forte, e a ambulância chega. Te levam pra dentro, e Louis faz birra até deixarem ele entrar. Ele não solta sua mão por um segundo. Os médicos fazem um curativo, e você fica sozinha no quarto com Louis.
- É tudo minha culpa! Eu devia ter levado a facada, não você.
- Lou, não fala isso. Eu fiquei bem, viu?
Ele começa a chorar, e você o abraça. Vocês ficam lá, abraçados. O médico chega e diz que Louis tem que sair.
- Mas… Mas…
- Você pode ver sua namorada depois, senhor.
- Ele não é meu namorado- você responde, tristemente.
- Bem que eu queria ser namorado dela.
Seu queixo cai. O médico, impassível, responde:
- Deixa a declaração pra depois, agora nós temos que dar um jeito nisso aqui.- diz ele, apontando pro seu braço.
Louis sai da sala, relutante, e o médico dá um jeito no seu braço, refazendo o curativo e passando várias coisas. Ele te anestesia pra fazer os pontos, e você fica dormindo até o dia seguinte. Quando acorda, Louis está do seu lado, segurando sua mão.
- Eu estava falando sério sobre querer ser seu namorado.
- Sério?
- Sim… Você… Você quer namorar comigo?
- Sim! Claro que sim!
Ele te beija, e o médico chega bem nessa hora.
- Fica aí mais um pouquinho. Eu vou fingir que não estou vendo.
Ele vira de costas, e vocês dois dão risada e se beijam mais um pouco. O médico se vira.
- Agora, pode sair.
Louis vai embora, mas para na porta.
- Eu já volto, princesa. Vou te esperar.
Ele sai do quarto, e o médico te dá alta e diz que você vai estar completamente recuperada bem rápido. Você tira a camisola do hospital e veste suas roupas, e logo depois sai correndo pra recepção do hospital e abraça Louis. Ele te beija, e te leva pra o hotel dele.
- Você é incrível. Levou uma facada por mim. Sem nem pensar. Sem pedir nada. Você é maravilhosa!
Você o beija, e ele não para de te fazer elogios.

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